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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Purificando Águas com a Energia Solar


É de conhecimento comum, que a fervura pode tornar uma água potável, pronta para beber. Mas não é tão amplamente conhecido que a luz Ultra Violeta também mata todos os microrganismos. 'ÁGUAS AO SOL' é um recipiente especialmente concebidos, para o qual se usa o Calor, Raios Ultra Violeta e um Filtro Embutido para limpar água contaminada, podendo melhorar a vida diária de milhões de pessoas. Mas, o que é o purificador de 'ÁGUAS AO SOL'?É um equipamento que torna em água potável quando não há segurança da sua pureza, usando a energia solar. O contentor portátil, de 10 litros de capacidade, é uma invenção sueca, patenteada e cientificamente aprovada. Modo de utilização : - Coloque o aparelho em um lugar ensolarado, dar-lhe de 3 a 4 horas e a água ficará potável ! Há um indicador que mostra quando a água está segura para beber. Todo mundo precisa de água potável e água morna para a higiene pessoal. Para muitas pessoas no mundo em que essas necessidades ainda não forem atendidas, oferece um solução ambientalmete amigável para este problema

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cidade australiana é a 'primeira do mundo', na proibição da água engarrafada


Cidade australiana é a 'primeira do mundo', na proibição da água engarrafada por Escritores em SYDNEY da AFP em 26 de setembro de 2009

Uma cidade australiana retirou toda a água engarrafada de suas prateleiras no sábado e substituiu-as com garrafas recarregáveis em que se acredita ser uma interdição de primeiro mundo. Centenas de pessoas marcharam pela pitoresca cidade rural de Bundanoon para marcar o primeiro dia da sua proibição de água engarrafada por apresentar uma série de novos bebedouros públicos, disse o porta-voz da campanha John Dee. Lojistas cerimoniosamente removeram a última garrafa de água das suas prateleiras, e substituindo-as por garrafas reutilizáveis que podem ser preenchidos de fontes dentro de lojas da cidade ou em estações de águas nas ruas. "Cada garrafa de hoje foi retirado prateleira e fora do refrigerador, para que você só possa, de agora em diante, comprar garrafas recarregáveis nas lojas Bundanoon," Dee disse à agencia AFP. A pequena cidade dista duas horas ao sul de Sydney. Foi votado em julho, para proibir garrafas de água, depois de uma empresa de bebidas mudou-se para tocar um aqüífero local, para tocar o seu negócio de água engarrafada. "No processo da campanha contra, é que o povo local tornou-se informados sobre o impacto ambiental da água engarrafada", disse Dee. "O varejista local surgiu com esta boa idéia: "Por que não fazemos algo sobre isso" ? E realmente parou de vender água engarrafada e começou uma grande reação favorável", disse ele. Dee disse que a cidade de 2.000 pessoas fizeram manchetes internacionais com sua oferta, o que ele esperava estimular comunidades de todo o mundo para a ação. "Enquanto nossos políticos lidam com a enormidade das alterações climáticas que em Bundanoon mostra que é,- a nível muito local -, às vezes podemos fazer coisas que podem surpreender-nos, em termos da nossa capacidade de trazer mudanças reais e mensuráveis que tem um benefício real para o meio ambiente ", disse ele. A poupança em dinheiro só fez o projeto mais atraente, acrescentou. "Acho que é por isso que esta campanha está indo tão bem, porque nós estamos dizendo às pessoas que vocês podem economizar dinheiro e poupar o meio ambiente ao mesmo tempo", disse Dee. "A alternativa não tem uma marca sexy, não tem fotos de córregos da montanha na parte da frente, ela sai de sua torneira." Os ativistas dizem que o engarrafamento de água provoca o uso desnecessário de plástico e de combustível para transporte. Um estudo da New South Wales constatou que, em 2006, a indústria foi responsável pela liberação de 60.000 toneladas de gases responsáveis pelo aquecimento global.

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(Política dos 4 R's item: "REJEITAR")

Ensaio sobre Mudanças Climáticas


It's raining again...
Raining cats and dogs !

Evangellista Torricelli (1608-1647) brilhante físico e matemático italiano, dizia que vivemos no fundo de um oceano de gases, uma visão bem interessante para simbolizar a atmosfera. Hoje em dia, as últimas pesquisas informam que esta atmosfera tem uma altura de 118km, o que respresenta um enorme volume gasoso em que a Terra está envolvida. Este volume tem uma grande capacidade de absorver os gases das atividades antrópicas, tais como gases dos escapamentos de veículos automotores, de todos os tipos e das fábricas, dos manguezais, dos vulcões, enfim o Dióxido de Carbono, Nitrogênio Oxigênio, Metano e Água são moléculas bastante abundantes na natureza.
Este volume de gases é muito significativo na modificação do relevo terrestre. A dinâmica externa geológica está constantemente mudando ao longo dos séculos e milênios. A cada 10.000, os processos supérgenos, aqueles que ocorrem na superfície terrestre, como o intemperismo físico causado por chuvas, raios, ventos, furacões, vendavais, sol, tsunamis, ressacas, avanços e recuos dos mares, entre outros corroboram estas alterações que apagam quase todos os registros antrópicos, existe o intemperismo químico também, causado pela ação das chuvas ácidas, o ácido carbônico, óxidos nitrosos, gases sulfídricos além de uma infinidade de poluentes emanados diáriamente pelas fábricas. Também as ações biológicas dos ácidos húmicos das plantas, dos microorganismos encontrados nos esgotos, os lixões, as lixívias e nos chorumes. Não é necessário elencar os agentes poluentes, porque eles estão presentes no nosso cotidiano e se apresentam naturalmente, expontâneamente invadem as nossas vivendas sem serem convidados. A questão da Física também dispensa detalhes, ela se apresenta por si só e seus resultados são televisionados diáriamente. Não vale a pena ficar explicando a Equação da Entropia, gastando Latins para quem não está interessado no assunto.
A atmosfera tem uma grande capacidade de absorver estas agressões cotidianas, mas chega um ponto limite em que as águas e a energia que são adicionadas diáriamente são transformadas em forma de chuvas intensas, vendavais, ciclones, tsunamis, que se tornam mais freqüêntes porque o nosso modelo de desenvolvimento é insustentável. As causas e os efeitos já são bem conhecidos, estão na ordem do dia, nos jornais, Internet e TV, e, a lei da ação e da reação, também são conhecidas.
O que fazer ?
1. "Fazer Nada!" Deixar tudo como está, para ver como é que fica. Esta sempre será uma opção, a mais cômoda, bem barata, exige quase que nenhum esforço mental, financeiro, ou de trabalho humano, apenas se lamentar com os efeitos. Apenas comentar que a natureza não sabe se defender, apenas se vinga das ações irresponsáveis do desenvolvimento daninho e pernicioso, mas que ninguém está afim de abrir mão de nada do que já foi conquistado, as boas comodidades oferecidas pela vida moderna.
2. "Ter um plano de ações identificando as causas dos efeitos. O Clima mudou de São Paulo a Istambul, passando por Senegal, Santa Catarina e Escócia, o do mês de setembro foi marcado por chuvas torrenciais, enchentes e outros fenômenos climáticos extremos um lembrete sobre a urgência da necessidade de se adaptar às mudanças climáticas.
3. "Certamente, as projeções feitas por modelos de computador sofisticados indicam um aumento na probabilidade de ondas de calor e na intensidade das chuvas, bem como um aumento no número de áreas que sofrem com secas, afirma o professor Richard P. Allan, do Centro de Ciência para Sistemas Ambientais da Universidade de Reading, na Grã-Bretanha."
4. Em 2007, o relatório do Painel Intergovernamental para Mudança Climática da ONU (IPCC, na sigla em inglês) já alertava que um aumento na "frequência (ou proporção do total da incidência de chuvas relativa à chuvas torrenciais) de 'eventos de forte precipitação'" era "muito provável", ou seja, mais de 90% provável.
5. Diante da relativa segurança dos cientistas de que as temperaturas vão subir nos próximos anos, a recomendação do IPCC – reiterada por cientistas ouvidos pela BBC – é se preparar para uma ocorrência cada vez maior deste tipo de eventos. Para uma cidade como São Paulo, construída em torno do Rio Tietê, a adaptação é ainda mais urgente.É preciso pensar no sistema de drenagem e na infra-estrutura da cidade, porque mais e mais eventos extremos devem acontecer. Pelo menos é essa a tendência que se pode ver hoje, afirmou à BBC Brasil o professor Bill McGuire, da University College London.
6. Para o meteorologista britânico Simon Brown, colega de McGuire no Centro Hadley, a unidade do Met Office, o Departamento de Meteorologia britânico, investimentos em adaptação são questão de bom senso. Se há uma vulnerabilidade natural para eventos naturais extremos relacionados ao tempo, e esses eventos extremos, diante do aquecimento global, vão se tornar mais frequentes, qualquer pessoa sensata se prepararia para isso, afirmou Brown. O especialista lembrou que cidades como Amsterdã, que fica abaixo do nível do mar e será muito afetada por outro provável efeito das mudanças climáticas, o avanço dos oceanos, já vem reforçando o seu complexo sistema de diques. Londres também se prepara, e já tem um plano que prevê reforços futuros na chamada "barreira do Tâmisa", um sistema de comportas capaz de controlar o nível da água do rio para evitar enchentes na capital britânica.
Adaptações
O financiamento para adaptação ao aquecimento global nos países mais pobres do mundo é um dos assuntos mais polêmicos em pauta para o encontro das Nações Unidas sobre o clima, que acontece em dezembro, em Copenhague. Em julho, o representante máximo da ONU para o assunto, Yvo de Boer, afirmou que US$ 10 bilhões por ano seriam "um bom começo" para que as negociações avancem. A previsão é de que países pobres como Bangladesh e pequenas nações insulares, com escassos recursos para se preparar para o futuro, sejam os maiores afetados pelo aquecimento global. Embora as catastróficas chuvas de semana passada na Turquia – que deixaram mais de 30 mortos – tenham sido as piores em 80 anos, segundo especialistas, não é possível associá-las diretamente às mudanças climáticas.
"É sugestivo, mas não podemos fazer associações diretas entre eventos individuais e o aquecimento global, mas a ciência é bastante clara : Quanto mais quente o ar ficar, mais umidade ele é capaz de transportar, o que facilita a ocorrência de chuvas torrenciais", afirmou Brown à BBC Brasil. Não concordo com esta vacilação de opinião do Mr. Brown, que é Metereologista e aparenta desconhecer os Fenômenos de Transmissão de Calor e Fenômenos dos Transportes, que fazem parte da cátedra da Engenharia Química. Podemos fazer associações diretas sim, entre a queima de todos os combustíveis fósseis nos dois últimos seculos, contabilizando todo o petróleo, carvão, madeiras florestais, coque de petróleo entre outros, e a quantidade de Massa e Calor que foi adicionada à atmosfera terrestre nos ultimos dois séculos. Toda combustão gera CO2 e H2O, além dos outros poluentes. Somente na fabricação de Cimento, a cada kilograma de cimento produzido temos 700 gramas de CO2 liberado, além da água ! Houve uma enorme transferência de Massa e de Energia de todo o petróleo que estava acomodado nas profundezas geológicas, em jazimentos que datam bilhões de anos e foram liberados na forma de CO2 e H2O, além de Energia Livre na forma de Calor. Houve uma mudança de estado sólido e líquido de baixa entropia para o estado gasoso com elevada Entalpia e conseqüente Entropia. O Automóvel à combustão, não é somente uma máquina que proporciona movimento, este deve ser visto como uma máquina que gera calor, seu rendimento mecânico liquido são apenas de 30 à 38% de energia motriz líquida aplicada em quantidade de movimento, o resto é dissipação térmica, som, atritos diversos e eventuais deformações momentâneas.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Expansão da agroindústria no Brasil está vinculada a redução da dependência externa de fertilizantes

O Brasil precisa urgentemente reduzir sua dependência externa na área de fertilizantes, na opinião do engenheiro agrônomo da Embrapa Solos, Vinicius Benites. Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que, embora seja o quarto maior produtor mundial de fertilizantes, o Brasil importa cerca de 60% dos insumos que usa.

"Nós somos um país agrícola, mas com uma produção [de fertilizantes] muito aquém da nossa demanda. Então, o componente fertilizante, dentro do custo de produção de grãos, como soja e milho, corresponde a quase 30%. Existe uma relação direta entre o custo do alimento e o custo do fertilizante".

Benites lembrou que quando a oferta diminui ou a demanda aumenta muito, a pressão sobre os preços é grande. Os estudos mostram que as reservas estão concentradas em poucos países, o que reforça o controle do preço. Ou seja, as nações produtoras podem elevar os preços de acordo com a demanda. "E pode faltar fertilizante". Os maiores compradores mundiais de fertilizantes são a China e a Índia. Ocorre porém que, ao contrário do Brasil, eles têm subsídios do governo.
"O governo compra o fertilizante, entrega ao produtor a um preço subsidiado. No Brasil, nós somos taxados sobre os fertilizantes". Benites disse que quando a demanda mundial se expande muito, os principais responsáveis são os chineses e indianos. "Aí, falta para o Brasil".
Com a perspectiva de reaquecimento da economia global, os pesquisadores da Embrapa Solos prevêem que nos próximos anos pode faltar fertilizantes, como no ano passado, com a consequente disparada nos preços. "Com isso, a pressão sobre o custo de produção de alimentos vai ser muito alto". Benites esclareceu que quando o aumento da demanda não acompanha a ampliação da oferta, a consequência é elevação dos preços. E, com a expansão da agroenergia, destinada à produção de etanol e biodiesel, a tendência de importação pelo Brasil deverá se elevar ainda mais, alertou o pesquisador. Com isso, a expectativa é de aumento do consumo interno. O consumo brasileiro de fertilizantes atingiu um aumento de 4% no ano passado. Este ano, em função da crise financeira internacional, os preços experimentaram retração. Daí, se espera um aumento do consumo no Brasil. Benites estimou que esse crescimento do consumo brasileiro de fertilizantes poderá ficar em torno de 6%.

ÁREAS DEGRADADAS: CUSTO MUITO ALTO PARA RECUPERAÇÃO
O pesquisador afirmou que não é necessário desmatar a Amazônia para ampliar a área agrícola brasileira. "Porque a gente pode ampliar a nossa área agrícola sobre as áreas de pastagens degradadas. Mas, essas áreas, como o próprio nome já diz, são degradadas quimicamente também". Isso faz com que o custo de transformação de uma área degradada em área apta à produção grãos seja muito alto, justamente em função da demanda por fertilizantes. "No final das contas, a conta não fecha", destacou. "A demanda futura é muito grande e nós não estamos preparados para isso". Para discutir a possibilidade de um "apagão" no setor, especialistas brasileiros e internacionais participam hoje (25/9) do painel Fertilizantes e Produção de Alimentos no Mundo, que a Embrapa Solos promove em sua sede, no Rio de Janeiro.
LEIA MAIS : Embrapa avalia que estratégias de médio prazo podem evitar novo "apagão" no setor de fertilizantes. FONTE : Agência Brasil Alana Gandra - Repórter Tereza Barbosa -
Por Editores em 25/09/2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Análise de Nitrogênio no solo é Avanço Tecnológico na Agricultura e Meio Ambiente no cultivo de Arroz

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS
Atualmente, os agricultores estimam a necessidade de nitrogênio com base em uma recomendação geral para cada tipo de solo, a cultura anterior e da sua experiência com as culturas de arroz no passado. Ensaios de validação têm se mostrado que a recomendação padrão de Nitrogênio é geralmente aplicado demasiadamente pouco ou em demasia, disse o Agrônomo Norman, para os Escritores de Fayetteville AK (SPX) em 14 de setembro de 2009.

Uma nova análise de solo para adubação nitrogenada de arroz pode não soar como uma tecnologia de blockbuster, mas é, disse Chuck Wilson, agrônomo de extensão em plantio de arroz da Universidade de Arkansas Duvisão de Agricultura. A nova tecnologia é o primeiro e único teste de campo específico para o azoto mineralizável do solo como base para recomendações de fertilizantes nitrogenados, em qualquer cultura. Ele irá ajudar os agricultores a aplicar apenas a quantidade de fertilizante nitrogenado necessária para maximizar a produção, sem excesso que correm para as águas superficiais, disse Wilson.

O novo teste, chamado "N-ST*R" (Teste de Nitrogenio para Solos em cultura de Arroz), foi inspecionado nos dias de verão no campo, pela Divisão de Agricultura do solo pelo cientista Richard Norman e sua aluna de doutorado, Trenton Roberts. Se os estudos de validação em 2009, funcionar como o esperado, os estudos de verificação serão realizadas nos campos das cooperativas dos agricultores em 2010, disse Wilson.


"Estou extremamente animado com isso", disse Marvin Hare Jr., um fazendeiro do condado de Jackson e membro do Arkansas Rice Research à Diretoria de Promoção, que está financiando a pesquisa, juntamente com a Federação E.U.A. Rice. "Ele tem potencial para ser um dos mais importantes desenvolvimentos das pesquisas e investigações (por agricultores de arroz) em todos os tempo", disse Hare. "Isso nos dará uma ferramenta para gerenciar nossas terras com mais precisão quanto a fertilidade de nitrogênio".

Hare disse que na nova sequência de recomendações, o novo teste poderia reduzir ou até eliminar o nitrogênio nas águas correntes oriundas das águas dos campos. "Qualquer coisa que podemos fazer para melhorar a sustentabilidade é uma coisa boa, especialmente quando se pode aumentar a produtividade e reduzir os custos de entrada", disse Hare.

Greene Condado produtor de arroz do Terry Gray disse que o teste tem uma novidade e "tem o potencial para ser revolucionário." Ele disse que irá executar suas próprias provas, seguindo as diretrizes de teste em uma ou mais faixas de arroz e compará-lo "para o que tenho vindo a fazer" em faixas adjacentes.


Gray disse que vai levar algum tempo para que os agricultores ganham confiança no teste, porque seu instinto é adicionar nitrogênio, se as plantas em um campo de mostrar sintomas visuais de deficiência de nitrogênio, tais como amarelecimento das folhas. A cor e o tamanho das plantas em algumas parcelas de ensaio têm a aparência de uma ligeira deficiência de nitrogênio durante o crescimento, reprodução tardia, mas o rendimento não foram afetados quando as diretrizes do teste foram seguidos, disse Norman. O nitrogênio é um dos maiores gastos na produção de arroz e seu preço é afectado pela volatilidade nos mercados de petróleo. "Você quer obter todo o rendimento que você puder, além do seu investimento no nitrogênio, sem deixar nada sobre a mesa como despedício", disse Gray. "Nós provavelmente aplicamos Nitrogênio em demasia".


O teste N-ST*R é um método que foi validado nos testes de campo em toda a gama de condições de solo franco-limosa no Arkansas, disse Norman. A maioria no Arkansas é de arroz cultivado em solos tipo silte-argilosos. A pesquisa está continuando a desenvolver uma curva de calibração do nitrogênio fertilizante para solos argilosos.

Atualmente, os agricultores estimam a necessidades de nitrogênio com base em uma recomendação geral para cada tipo de solo, cultura anterior e da sua experiência propria com as culturas de arroz no passado. Ensaios de validação têm se mostrado que a recomendação padrão é geralmente demasiadamente pouca ou em demasiado, disse Norman. "Eliminar o excesso de fertilização é tão importante como ter certeza que você está aplicando o suficiente", disse Norman. " Depois que a planta recebe todo o nitrogênio que necessita, o resto só alimenta os fungos" que causam doenças em plantas, tais como a 'queima da bainha' (e bloom algal nos rios por eutrofização N.T.). A aplicação demasiado de fertilizante nitrogenado, também pode levar à perda de rendimento e pode atrasar a maturidade da cultura e adicionar resíduos vegetais que podem retardar a colheita de grãos, disse ele.

O potencial de poupança dos agricultores, em muitos casos, irá incluir as contas de nitrogênio de fertilizantes e menos fungicidas para controle das doenças, disse Norman. Os campos onde a taxa padrão de fertilizante de nitrogênio foi muito pouco deve ver um aumento da produção. Norman disse que o teste prediz a quantidade de "nitrogênio mineralizável do solo", que é a forma que se alimenta de plantas. Até agora, não houve tal teste porque o azoto existe em muitas formas orgânicas em num estado constante de mudança no solo, disse ele. O montante efectivamente disponível para as plantas tem sido difícil de definir. Norman tem trabalhado sobre o problema periodicamente ao longo dos últimos 20 anos como uma divisão da Agricultura cientista do solo. Ele e seus colegas, finalmente, resolveram o enigma da química, identificando frações de nitrogênio do solo mensuráveis que confiantemente preveem a quantidade de nitrogênio mineralizável disponível para as plantas.

A solução funcionou muito bem em testes de laboratório e de estufa, mas não em testes de campo, até que tomou um novo olhar sobre como amostras de solo foram coletadas no campo. O pulso aleatório mostrou ser a prática convencional de retirada de amostras de solo a uma profundidade de quatro a seis polegadas. "Quando nós tomamos amostras até 18 polegadas, que é a efetiva zona de enraizamento da planta de arroz, os nossos resultados de testes de campo acompanhado nosso laboratório e os resultados dos testes com efeito de estufa", disse Norman.
Resolver o problema e criando um protocolo de teste econômica e confiávelmente foi um esforço de equipe, disse Norman. A equipe incluiu seus antigos estudantes de doutorado e, agora, Divisão de professores da Agricultura, Wilson Slaton Chuck e Nathan, em cultura de arroz em extensão, agrônomo e diretor da análise de solo e do Programa de Pesquisa, respectivamente.
Ex-alunos de pós-graduação Jeremy Ross, agrônomo soja extensão e Jacó Bushong, agora com o USDA Natural Resources Conservation Service, foram atribuídos os diferentes aspectos do projeto para os seus estudos de pós-graduação. Estudante de doutoramento em curso de Norman, Trenton Rodrigues, planejou e conduziu a pesquisa básica de laboratório para determinar quais frações de nitrogênio orgânico no solo em várias profundidades são medidos pelo teste. Roberts também reuniu a grande quantidade de dados de campo necessários para provar que a análise N-ST*R é capaz de prever o nitrogênio necessário para otimizar o rendimento do arroz em solos de lodo em Arkansas, disse Norman. Uma recente adição à equipe é Anthony Fulford, um estudante de doutorado que vai se concentrar no desenvolvimento de N-ST * R para solos argilosos, disse Norman. Cooperadores em estender essa nova tecnologia para o arroz de outros estados produtores são os cientistas da universidade do solo de Tim Walker, Mississippi State; Dustin Harrell, estado de Louisiana, e Gary McCauley na Texas A & M. Os outros estados estão de um ano ou dois atrás de Arkansas, com ensaios de campo para documentar a confiabilidade dos protocolos de teste. Esta nova tecnologia não vai ser patenteado, disse Norman. Ele decidiu deixá-lo no domínio público para simplificar a execução pela Divisão de testes da Agricultura do solo programação, e programas de testes de solo em outros estados. Outro motivo foi o de permitir que seus alunos de pós-graduação possam publicar os seus resultados de pesquisa sem as restrições de um pedido de patente pendente, disse ele.

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Ciências Climáticas: Curso App Google com Mapas do Carbono na Terra

Um aplicativo do Google Earth revela dióxido de carbono na parte mais baixa da atmosfera próximo à superfície da Terra (as faixas verdes) e dióxido de carbono em altitudes mais elevadas que são imunes a influências do solo (faixas vermelha). Créditos de Tyler Erickson e do Google Earth por Kathryn Hansen Ann Arbor MI (SPX) 23 de setembro de 2009
Às vezes uma imagem realmente vale mais que mil palavras, especialmente quando a imagem é usada para ilustrar a ciência. A tecnologia está nos dando mais fotos todos os dias, e um deles está ajudando a NASA-financiado cientistas e suas equipes para explicar o comportamento de um gás com efeito de estufa. Google Earth - o mundo digital em que os usuários de computador podem voar ao redor do planeta e dar um zoom em características-chave, estão atraindo a atenção das comunidades científica e auxiliando a comunicação pública sobre o dióxido de carbono. Recentemente o Google promoveu um concurso para apresentar resultados científicos usando KML, um formato de dados usado pelo Google Earth. "Eu tentei pensar em um complexo conjunto de dados que teriam relevância pública", disse Tyler Erickson, um pesquisador geoespaciais no Tech Research Institute de Michigan em Ann Arbor. Ele optou por trabalhar com os dados da NASA-financiado a pesquisadora Anna Michalak, da Universidade de Michigan, Ann Arbor, que desenvolve modelos computacionais complexos para detectar dióxido de carbono de volta no tempo, para onde ele entra e sai da atmosfera. "Os conjuntos têm três dimensões espaciais e uma dimensão temporal", disse Erickson. "Como os dados estão mudando constantemente no tempo torna particularmente difícil para visualizar e analisar." Uma melhor compreensão do ciclo do carbono tem implicações para a política energética e ambiental e de gestão de carbono. Em junho de 2009, Michalak descreveu esta pesquisa no Sistema de Ciência da Terra da NASA no vigésimo simpósio em Washington, DC Um instantâneo da aplicação de Tyler Erickson do Google Earth mostra faixas verdes representam dióxido de carbono na parte mais baixa da atmosfera próximo à superfície da Terra onde a vegetação e os processos de terra pode ter impacto no ciclo do carbono. Faixas vermelhas indicam as partículas em altitudes mais elevadas que são imunes a influências do solo. A aplicação é projetada para educar o público e até mesmo os cientistas sobre como as emissões de dióxido de carbono pode ser rastreada. Uma rede de 1.000 torres de pé nos Estados Unidos está equipado com instrumentos pela NOAA para medir o teor de dióxido de carbono das parcelas de ar em locais único. A aplicação é projetada para educar o público e até mesmo os cientistas sobre como as emissões de dióxido de carbono podem ser rastreada. Uma rede de 1.000 torres de pé em todo os Estados Unidos, como a torre acima, são equipados com instrumentos pela NOAA para medir o teor de dióxido de carbono das parcelas de ar em locais único. Mas de onde vem o gás e como isso mudou ao longo da sua viagem? Para descobrir isso, os cientistas dependem 'sleuthing' (investigador) uma técnica chamada de "modelagem inversa" - medição das concentrações de gás em um único ponto geográfico e, em seguida, usando pistas doe clima e modelos atmosféricos para deduzir de onde veio. A técnica é complexa e difícil de explicar, mesmo para os cientistas do companheiro. Michalak relacionados com a técnica de creme em uma xícara de café. "Dizer que alguém lhe deu um copo de café cremoso", disse Michalak. "Como você sabe quando o creme que foi acrescentado? Assim como não é necessariamente o creme misturado com perfeição, nem é o dióxido de carbono na atmosfera. Se você pode ver as listras do creme (dióxido de carbono) e entender como o café (atmosfera) foi agitada (ao longo do tempo), em seguida, os cientistas podem usar essas pistas para reconstituir a hora e o local que o ingrediente foi adicionado à mistura. O resultado visual tipicamente usado pelos cientistas é de dois estático mapa tridimensional do local do gás, em média, ao longo de um mês. A maioria dos cientistas de carbono sabem interpretar o mapa em 2D, mas a visualização em 3D co mudanças para não-especialistas revelou-se evasivo. Erickson passou 70 horas de programação o aplicativo Google Earth, o que facilita a navegação através do tempo e do gás assistiu partículas que descobrem o seu caminho em direção às torres de observação NOAA. Por seu trabalho, Erickson foi declarado um dos vencedores do Google em março de 2009. "Tendo esta ferramenta visual que nos permite explicar melhor o processo científico", disse Michalak. "É uma forma muito mais humana de olhar para a ciência." O próximo passo, disse Erickson, é adaptar a aplicação para se adequar às necessidades da comunidade de investigação. Os cientistas poderiam usar o programa para visualizar a melhor saída para os complexo de modelos atmosféricos e melhorar os modelos de modo que melhorem a representação da realidade. "Incentivar mais pessoas para entregar os dados em um formato interativo é uma boa tendência", disse Erickson. "Eles devem ajudar a inovação em pesquisa reduzindo as barreiras à partilha dos dados".

terça-feira, 22 de setembro de 2009

'Energia Alternativa Equipamentos' poderá dobrar a Produção de Alimentos do Mundo

San Diego CA (SPX) 22 de setembro de 2009. O produto final é comestíveis e adequado para o armazenamento ou consumo. A torta é rica em nutrientes e proteínas e relativamente pobre em carboidratos e gorduras. No pré-processamento, os hidratos de carbono são removidos para a produção de etanol, e o óleo é removido para a produção do biodiesel, segundo os engenheiros.
Em um único ano, após aumentar o potencial em escala industrial de produção de alimentos, poderá ocorrer com o uso das máquinas de uma empresa de energia alternativa baseada San Diego CA.
A Corporação Círculo Biodiesel e Etanol, anunciou que seu mais recente projeto de máquinas com patente pendentes, permite que, alimentos previamente não comestíveis, como cepas de algas tóxicas e Jatropha para serem comestível, com uma operação que pode ocorrer em menos de quatro horas. O CEO Peter Schuh calculou, com base nos valores com base na massa de terra e a superfície do oceano, o potencial para um enorme aumento na produção de alimentos, que serão subprodutos na geração de energia. "Muitas algas e outras plantas que não eram comestíveis, passarão a ser comestível agora". Acreditamos que estamos em uma situação de grande ajuda na crescente preocupação para a produção mundial de alimentos", diz Pedro Schuh. "Nós planejamos um equipamento e um método para a produção de alimentos, humanamente comestíveis, a partir de algas, pinhão manso e outras matérias-primas que são tóxicas atualmente. No caso do pinhão manso, a matéria-prima é purgada de duas toxinas primárias, o ésteres de forbol e a lecitina, que dão ao seu cultivo resistência a doenças e pragas. No passado, estas toxinas impediram o seu uso na alimentação humana e de animal", disse Allen J. Schuh, Ph.D. O processo foi desenvolvido pelo Schuhs após muitos anos de pesquisa. A capacidade adicional de produção de uma farinha rica em proteínas para consumo humano e animal aumenta o potencial do pinhão manso como matéria-prima para o combustível economicamente viável e para o consumo humano. "Acreditamos que muitas outras plantas, como Castor Beans, Beans Jojoba e o Indio Beech (faia) podem ser descontaminados com este aparelho e metodologia, e em seguida, consumidos com segurança", afirmou Schuh. O produto final, é comestíveis e adequado para o armazenamento ou consumo. A torta é rica em nutrientes e proteínas e relativamente pobre em carboidratos e gorduras. No pré-processamento, os hidratos de carbono são removidos para a produção de etanol, e o óleo é removido para a produção de biodiesel. A torta com menos óleos, têm a textura do farelo de soja, e poderá ser utilizado como um substituto para a farinha de soja em diversas receitas, incluindo massas, sobremesas, sopas, saladas, ou como o prato principal.