terça-feira, 10 de novembro de 2009

Ensaio sobre Planos de Saúde

Este ensaio, pode não ser considerado um tratado de Neurolingüística, mas trataremos sobre as Mentiras da Saúde Pública de forma contundente. Pessoalmente, concordo vetorialmente, com o pastor R.R. Soares, quando este afirma que a mentira, é uma característica dos que estão com o diabo no corpo. As pessoas que mentem, traem, roubam, acabam matando a verdade, que é algo Sagrado. Todos nós mentimos, praticamos pequenas mentiras no cotidiano mesquinho que nos submetemos, obrigados às vezes, devido as dificuldades desta vida paladina. E, tais como os cavaleiros andantes, mentimos até à noite, enquanto sonhamos. Mas, não se trata disso, eu estou falando daqueles mentirosos e contumáz "Planos de Saúde", considerado os ázes indomáveis das mentiras públicas, quantos descasos, quantas mentiras ardilosas e desvairadas. Mentem com tanta pertinácia, que acreditam que a própria mentira seja deverás, a mais pura verdade. Quantas cláusulas em letras bem miúdinhas. Planos de Saúde e Convênios Médicos e Odontológicos mesquinhos que estão repletos de armadilhas, gincanas burocráticas, cheios de impossibilidades, astuciosos, cheios de meias verdades ou de mentiras completas. São planos que somente tomam o seu dinheiro, sempre capitalizando em cima da desgraça alheia, e nada mais...

Quando o cliente dos Planos de Saúde chega à idade em que mais precisa dos Planos de Saúde, eles sobem o preço linearmente na tabela, acabam virando concorrentes dos Bancos na capitalização. Que fique bem claro, Planos de Saúde são agências de captação de dinheiro, porque os repasses aos médicos, também são reclamados como insuficientes, então a sua missão é apenas capitalização, e nada mais. E nós ficamos aí, parados nas filas do SUS, é ? Sustaram a sua consulta, e seus exames? Pois é, não chores, não chores em vão, já não podemos derramar as lágrimas que já não vem. O momento derradeiro da verdade, de suas mentiras, que caminham em cirandas semi-circulares nos corredores, nas cirandas de pedras nestes hospitais, indo para-lá e para-cá, nas maternidades, sanatórios e cemitérios, neste vasto Brasil, onde até nos Hospitais da Barra, já não barram a dôr. Quanta inoperância, quanta ineficiência médica e odontológica, uma burocracia dos infernos de Dante. Quando tudo parece como nos antigos filmes, de Charles Chaplin. Um dejá vú danado, um mise-en-scène, que nunca saiu do ar, desde 1500, é demais da conta, ad nauseam, incondicional protesto. - Sim, e nós aí, sangrando na fila, preenchem uma ficha cadastral muito estúpida, apenas para registrarem que ainda estamos vivos. Avisam que o seu médico, está dando plantões particulares lá no Guarujá.

Não, não quero que o mundo me olhe assim, desta forma estranha, acho que não compreenderiam minha austenítica Filosofia de vida, quando tudo é feito para findar, ainda insisto em preservar. Apenas quero que saibam que não somos de Ferro, nem uma solução sólida de Carbono em Ferro, gama presente em diversos tipos de AÇO, todos nós estamos sujeitos às ferrugens da ação do tempo, ataques cardíacos, diabetes, AVC entre outras zicziras.
O grande capitalista, voraz e mentiroso, dono destas ratoeiras que inventaram chamados de 'Planos de Saúde', deste precisamos nos libertar, das suas eternas mentiras e armadilhas complementares. Estamos cansados da sua estranha e ignóbil matemática, feita sob medida para enganar os jumentos associados, entre outros muares. Amigo leitor, precisamos exigir mais transparência, uma Perestróika Tropical, ou estes planos ainda cingirão em nossas frontes, uma corôa de mentiras, tal como uma corôa de louros, antes do seu enterro, quando precisar de um atendimento médico ou odontológico emergencial, um procedimento básico, que seu miserável Plano de Saúde não contempla, nada...nada...nada...

Eu somente acredito num tipo de plano de 'Saúde Pública', aquele que atenda a população negra, branca, parda, amarela, vermelha, índia e mestiça, do berço até a sepultura. Um plano sem cláusulas, exatamente isto aí 'sem cláusulas', isso são coisa de burocratas e de advogados, que não lhe será agradável ouvir durante um ACV, um ataque cardíaco, acidentes e doenças piores. Precisamos de uma Agenda Socialista na Saúde Pública. Se o Estado não pode oferecer uma opção de Saúde para a população toda, para que manteremos um Estado paquidérmico e cléptocrático, então ? O plano de Sistema Único de Saúde, o SUS, precisa caber 200 milhões de brasileiros, 24 horas por dia, 365 dias por ano, diuturnamente. Nenhum homem, mulher, crianças ou adolescentes pode ser esquecido ou deixado para trás, para isto precisa ser algo realmente grandioso, este projeto de Brasil Nação. Um plano desta magnitude não é compativel com gente mesquinha e de cabeça miúda. Estes quase 200 milhões, estão distribuídos de forma muito heterogênia, se concentram nas capitais e nas maiores cidades, deixando para trás, muitas áreas habitáveis, com baixo índice populacional, uma das graves conseqüências do insanável crescimento linear e nada mais. O atendimento médico precisa atender de Bajé no Rio Grande do Sul até a orelha da Cabeça de Cachorro, lá no alto do Amazonas, são 8.547.403,5 km2. Estes latitudes e longitudes abrangem muito mais do que o Oiapoque ao Chuí, também têm as ilhas para se pensar e tudo mais.

Quantos mendigos dormindo diretamente no chão, das praças das capitais ? O Homem de Cro-Magnon, quando passou a ser de Neandertal e finalmente Homo-Sapiens, um dos seus primeiros inventos, depois da roda (?), foi fabricar uma cama para se deitar e manter uma distância do contacto direto com o solo. A cama, também tem esta singular função, evitar o contato do corpo com a terra, porque esta, costuma puxar para o seu interior, no curto prazo, os que se deitam diretamente sobre ela. Não há políticas de retiradas e reabilitação em albergues e casas de assistência social, ficam esperando que a ação da terra se manifeste, e promova o seus desaparecidos em covas rasa.

Uma alternativa aos Planos de Saúde, caros e ineficientes, seria uma Caderneta de Poupança da Saúde, aquela vinculada de forma eletrônica imediata e sem boletos à todos os médicos particulares cadastrados, que praticam os honorários da Tabela da AMB, nas Maternidades, Hospitais, Clínicas, Centros de Reabilitação de Drogados, etc. Esta modalidade tem a vantagem de apresentar, de forma transparente e honesta, quanto seu cliente tem, à sua disposição, para uma falha no sistema de saúde pública, o SUS, e não precisará ficar pagando um plano ad eternum, sendo que na hora 'H' no Hospital , que mais se precisará dele, normalmente, te deixarão na mão. O dinheiro é seu, está lá no Banco, mas somente poderá ser sacado em circunstâncias pré-estabelecidas, tais como, nascimento, tratamentos, cirurgias, óbitos, mas com uma grande diferença, o dinheiro é seu. Nada de Capitalismo na desgraça alheia, há de se estabelecer limites nesta ganância linear e infinita que estamos assistindo de forma anódina. O associado saberá o quanto tem e quanto estará rendendo. Estes convênios são extremamente caros e restritivos, são um embuste, é inadmissível um sistema capitalista que use a desgraça alheia para enriquecer, capitalizar nos momentos de dôr, de dificuldades é algo desumano e inaceitável. É preciso acabar com estes planos de saúde, eles não funcionam, ou funcionam muito mal, isso é uma maçada, analisar à fundo as contas da sua Diretoria, isso nunca mais deveria existir.

A questão dos drogados em cocaina, crack entre outros, precisa de atendimento na mobilização da classe dos psicólogos e psicoterapeutas, que precisam mostrar o seu valor. Hoje em dia, os familiares do grande contingente de drogados estão sem opções. Precisamos nos conscientizar que o Estado não está funcionando onde deveria e precisamos aparelhar o SUS, sistema único de saúde pública, sem criar novos impostos oportunistas, dificílimos de serem extintos, como a maldita CPMF, isso nunca mais. O dinheiro que falta no SUS, está capitalizado nestes Planos de Saúde.

Também seria muito importante haver uma modalidade de Consórcio da Saúde, que "contemplasse" casos emergenciais de valores maiores do que o cliente já estivesse pago na Caderneta de Poupança da Saúde, após o seu uso, o cliente migraria da Caderneta para o Consórcio. em que ninguém quer ser contemplado, mas nas horas incertas, nas horas de dífículdade financeira haverá uma carta de crédito à sua disposição. Para isto, precisaríamos aumentar "urgentemente" o nosso nível de poupança interna, aumentar a massa salarial para que sobre uma fração para a poupança e os consórcios de saúde pública, e algo mais.

Quanto à brutal burocracia do INSS e SUS, evitarei o leitor de tamanha ladainha, seriam laudas e mais laudas de procedimentos incorretos, ineficiência várias, falta de Organização e Métodos, falta de agilidade, desvios de materiais, desperdícios vários, entre outros que tais. Por hora, vamos pular este capítulo, seria uma baga de dificílima ingestão o aprofundamento do assunto neste parágrafo, iremos por partes.

O Estado tem se mostrado um mal gestor da Poupança da População, criaram na Gestão do FhC um imposto maldito, a CPMF, foi o pior dos impostos, jamais criados desde os tempos de Martim Affonso, isso para atender as necessidades monetárias do então Ministro da Saúde, o Doutor Adib Jatene, ótimo médico, péssimo financista e matemático, criaram uma peça da tributação de 0,38% em cascata, uma miríade, uma imposto muito sem vergonha, uma alcavala, que tributava de forma sistêmica. Para os que não sabem matemática, era um imposto imenso, cruel, e anódino quanto aos seus fins a que fora destinado. Usaram o dinheiro para todos os fins, assim como a cofins, menos para debelar as doenças da população, pois consideram os gastos com o INSS como "despesas" ao invés de 'investimentos' (sic).

Mas, nem tudo são trevas, há luz no horizonte, a cadeia Wal-Mart está oferecendo aos seus clientes caixões de variadas qualidades a preços e cores atraentes, de forma parcelada ou a vista, grande idéia, para os que desejam se livrar dos serviços corvinos das funerárias. Eu já escrevi um ensaio sobre as alças de caixão e não pretendo me aprofundar mais neste funesto assunto, doravante.

Não, amigo leitor, gastos no INSS e SUS, são investimentos na Saúde do Povo, que é a maior riqueza de um país. Qual é a maior riqueza de um país, se não o seu povo? Precisamos enfatizar isto tudo de forma insofismável e inefável, caso contrário entraremos na hipocrisia em que o Ministério da Saúde, recomenda isto e aquilo, e acaba considerando que o povo brasileiro sempre deverá nascer rico e com saúde, ao invés de pobre e doente. E, aos que não se enquadrarem neste modelo capitalista linear, tem a Lei de Muricy, que cada um cuida de si, e nada mais... Solução : Fechar os Planos de Saúde, estabelecer um Sistema Médico e Instituições particulares com os Bancos, reforçar o SUS e aprimorar o Sistema Bancário e Financeiro para outras aplicações mais pontuais na área da Saúde.

P.S.
Mr. President Barack Obama : About the Madicare and Medicaide, it shall be from the cradle to the grave...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ensaio da Cafeína

Afirmatio unios non est negatio alterios...
da Lógica Aristotélica (1)

Os recordes Olímpicos deveriam permanecer intactos, por um bom tempo, entretanto deveríamos quebrar alguns paradigmas nas causas da violência. A polícia da Guatemala, em operação conjunta com os Estados Unidos, anunciou, nesta quinta-feira (22/10/09), a apreensão de um submarino que transportava até 10 toneladas de cocaína da Colômbia – um recorde no país centro-americano. Os policiais suspeitam que a embarcação levava a droga para traficantes no México, especializados no contrabando de cocaína para os Estados Unidos. Essa quantidade de droga pode ser comercializada por US$ 200 milhões. Pois é, então o México que até poucos anos atrás, era um pais muito bom e tranquilo, sem grandes problemas com traficantes, passou a ser um país com altíssimos índices de violência, relacionadas ao tráfico de drogas. Os Estados Unidos precisam ajudar mais a America Latina e a América do Sul no combate ao tráfico, porque são os maiores consumidores de drogas e novas medidas deveriam ser adotadas. Estas medidas não se restringem apenas à repreenção e combate, mas na busca de novas alternativas de aplicação e na educação dos seus voraz consumidores.

Também sou um descendente da PUC, e viajando no tempo, numa data incerta de 77, fazíamos um ensaio da 'Síntese da Cafeína', com um equipamento Sohxelet, extraíamos a Cafeína da Erva Matte, e também fizemos uma extração da Cafeína do refrigerante Coca-Cola. Eram ensaios bem simples, 500ml de Coca Cola, 500ml de Clorofórmio, balão de vidro volumétrico e graduado, misturava-se, após agitação, esperava-se a separação do líquido, dividido em três fases distintas, coca-cola, clorofórmio em excesso, e uma pequena fração de Clorofórmio que reagiu com a Cafeína contida na Coca-Cola. Coleta-se esta pequena fração em uma placa de petri, levava-se ao banho-Maria, (que leva este nome em homenagem à Alquimista 'Maria', a louca Judia), esperava-se a secura, de forma branda, observava-se, então a formação dos finos e longos cristais transparentes de Cafeína, semelhantes a agulhas. A Cafeína é um estimulante do sistema nervoso, muito utilizado em medicamentos, na farmacopéia, e em todos os refrigerantes, também.

Mutatis Mutandis, pequisando no livro de "Química Orgânica" de R. Morrison & R. Boyd, 7ª Edição da Fundação Calouste Gulbenkian, de Lisboa, na página 295, temos um parágrafo importante :- Sucede que existem, isoladas de várias plantas, bases muito complicadas, denominadas 'alcalóides' (quer dizer, semelhantes à álcalis), entre os quais a cocaína, morfina, a estricnina e a quinina...). Então teremos a reação de dois ácidos racémicos HA(+) e o HA(-), Enantiómeros, em modificação Racémica, que reagem com um alcalóide base, resultando em dois Diástereómeros separáveis, onde se obtém dois Enantiómeros resolvidos e dois Álcalis na forma de Sais...
Aonde pretendo chegar com esta breve e polêmica dissertação sobre os Álcalis? - Se os grandes produtores de refrigerantes pretendessem dar uma aplicação, dentro da Economia Formal e Legal, embora esta seja linear (!), é perfeitamente possivel se obter uma síntese da cafeína a partir da cocaína. Esta, sairia da ilegalidade, entrando na economia normal, descriminalizando a cocaina, passando a ser uma das bases dos álcalis para a obtenção da cafeína entre outros álcalis.
O assunto pode ser aprofundado em pesquisas no Chemical Abstract, que é a referência mundial dos assuntos relacionados à Química e à Bioquímica, mas não foge muito disto que foi apresentado. Quando assinava a revista The Economist, havia uma publicidade de um órgão das Nações Unidas, sobre o uso de drogas que achei muito incisiva e bem marcante. Apresentava uma pessoa segurando um ôvo, e dizia o seguinte: "Este é o seu cérebro." E depois, mostrava o ôvo fritando, "Este é o seu cérebro quando você usa drogas"... Se não houvesse tantos potenciais consumidores, não haveria tanta oferta deste produto. Existe muito tráfico de drogas, porque existe muita gente consumindo drogas. A Química tem soluções para muitos problemas da sociedade, todavia, quem sabe química, respeita muito a química, o remédio que cura pode virar o veneno que mata... Sempre relembrando o adágio dos Laboratórios: Alchemia, la Saggia figlia di una folle madre (2), portanto muito cuidado nos manuseios.
N.T.
1. A afirmação de uma coisa, não é a negação de outra...
2. Alquimia é a filha sábia de uma mãe louca.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Ensaio Laboratorial Rio 2016



Os Alquimistas, depois de serem expulsos de parnaso, o lugar do paraiso onde moram os poetas, por falta de habilitação com os verbos e as rimas, foram morar lá nos Laboratórios.
O primeiro laboratório conhecido foi o fotográfico, aqueles com câmara escura e à luz vermelha, como nas boites de antigamente, as imagens se formavam da precipitação dos sais de prata. Andam escrevendo por aí, que os passadistas estão dèmodé, mas como podemos apagar o passado se vivemos nele 99,9% de nosso tempo terrestre ? Sim, é claro, o minuto passado já não é mais presente, e o futuro a Deus pertence, então somente sobra o passado como referencia real de tudo o que já aconteceu. Por alegorias, colocamos temperos inexistentes na reconstrução do passado. Sobretudo (ou de jaqueta mesmo) tentarei reconstruir uma fase de minha vida, em férias no verão de 66 no Rio de Janeiro de forma fidedigna. Era uma época gloriosa, lá na Marina da Glória e eu ganhei a minha primeira bicicleta Monarch "Rio Quatrocentão", em 65 o Rio fazia uma grande comemoração do aniversário da Cidade Maravilhosa e havia este motivo de comemoração com refris e camarões no Bar Amarelinho lá na Cinelândia, se não me engano. Meus avós e meu pai, quando chegaram da Itália, se instalaram no Botafogo, Rua Menna Barreto 46, e lá moraram muitos anos, até se mudarem para a cinzenta Curitiba, plúmbea Capital em que obtive meu diploma de engenheiro químico. Sempre gostei de Laboratórios, assim como Pasteur (aquele que inventou o processo correto de fazer o leite não coalhar, o leite pasteurizado, muito apreciado). Pasteur dizia que, a verdedeira paz da alma é encontrada dentro dos Laboratórios. Britando pedras, moendo amostras de minérios, analisando pastilhas sob os raio-x, destiladores borbulhantes com soluções coloridas, muitas vidrarias e muitos reagentes, é o mundo encantador e fascinante da Química. Mais tarde, bem mais tarde, descobrimos que a química é um braço da física, que lida com reações em baixa energia, as de alta energia estão nos domínios da Física Quântica, que são outros quinhentos kilowatts. Mas, voltando ao Rio, quando visitei o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, pude observar o Meteorito de Bedengó, achado lá na Bahia, e tinha também um módulo espacial do Projeto Gemini, que achei muito interessante, nesta época o homem sequer tinha chegado à Lua. Tempus fugit, e acabei encontrado um pequeno meteorito, metálico, do tamanho de um caroço de azeitona, fiz análises de composição com raio-x, era um meteoríto ferrífero mesmo. Coloquei num vidrinho com um algodão no fundo e mostrava o meu achado para os visitantes do meu laboratório, até que acabaram roubando o meteorito e fiquei sem a prova do achado. Também roubaram meu caderno de Álgebra Linear, ( putz !) onde havia uma dedicatória da saudosa atriz Dina Esfat, quando esteve em Curitiba em 78, com sua tourné de teatro, na peça 'Rasga Corações'. Fiquei sem a prova da dedicatória da 'Dina Esfat', um pequeno poema, entre tantos teoremas de Álgebra. Já me roubaram um monte de coisas, mas estes duas, foram as mais sentidas perdas, sem dúvidas, tinham um valor sentimental especial. Em 2016 teremos uma renovação do Rio para receber uma porção de visitantes do Brasil e do exterior. É claro que os preparativos será um sucesso, onde poderemos mostrar toda nossa capacidade de planejamento e nosso elevado padrão de engenharia construtiva. Sempre usando o 'traço certo' no concreto, e jamais pegando areias das praias para fazer construção. Na Jamaica roubaram milhões de toneladas de areia para estes fins, e acompanhando o noticiário ninguém informa nada sobre o paradeiro destas areias sumidas das praias Jamaicanas. Este assunto já rendeu bom Reggae de Bob Marley, ver 'Concrete Jungle' do álbum Soul Rebel, não está na linha do tempo, mas está na linha dos factos. Portanto, sempre lembrando que cavalo não desce escadas, nada de usar areias de praias, porque a imigração do Sódio pelos retículos cristalinos do concreto, faz aparecer rachaduras inconvenientes e desabamentos de marquises, tetos. Sempre lembrando que o Sódio não perdoa estes desvios de conduta. Quanto aos jogos olímpicos, relembrando os treinadores e atletas, que a busca incessante de novos recordes, numa função linear ao longo do tempo, é algo insano, que pode levar ao excesso de ambição junto com o uso de aditivos químicos na busca contínua de melhor performance, isso poderá estragar a festa na análise do xixi dos atletas, escolhidos aleatóriamente, isto não será problema. O caso de Ben Johnson, corredor dos 100 metros rasos, aditivado e desclassificado no Canadá, ainda cheira mal. Também os banheiros públicos, deverão ser repensados, é chato ver os turistas procurando os cantos das praças e a Floresta da Tijuca para as suas necessidades, temos cabeças pensantes no Rio para todos estes detalhes e não fazer fiasco. A química analítica, qualitativa e quantitativa, evoluiu muito nas análises de traços de moléculas, proibidas por Lei, as de uso ilegal nos desportos, como anabolisantes, enfedrina, entre muitos outros aceleradores de performance, que não são tolerados pelo COI. Estes desvios de conduta, deveriam ser penalisados com muito rigor, porque estes factos, fazem parte do pensamento Linear e Cartesiano, que precisa ser gradualmente substituído para se estabelecer uma nova Consciência Planetária, uma sociedade mais solidária e menos competitiva, uma nova filosofia de vida. Parece estranha esta colocação, tratando-se de uma Olimpíada, haja vista que é necessária uma abortagem holística, para se ter uma festa bem alegre e sem poréns desagradáveis e inconvenientes nos finalmentes. Os transportes coletivos também serão revistos, as obras do metrô serão revisadas, os antigos bondes eléctricos poderiam dar lugar aos modernos trens movidos à electro-magnetismo. Os ingleses chamam isso tudo que escrevi de 'Brainstorm', lá em Minas Gerais chamamos de 'Toró de Palpites', deveria ser o primeiro passo, antes de por a mão na massa do concreto, convidar a plêiade de intelectuais do Rio para falarem suas opiniões junto do economista Roberto Neri da FGV, que sabe das desigualdades do Rio de hoje em dia, Luiz Mário Banken, coordenador do Fórum Municipal de Orçamentos, Millôr Fernandes e o Carlos Heitor Cony, também tem boas sugestões.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Presidente Lula promete lenta taxa de desmatamento na Amazônia

(AFP) Escritores no Rio de Janeiro, Brasil em 13 de outubro de 2009
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse hoje que vai oferecer a redução do ritmo de desmatamento na floresta amazônica do Brasil em 80 por cento em 2020, quando ele atenderá as negociações sobre o clima global em dezembro em Copenhague. Lula disse que sua promessa virá durante conversações de alta participações na capital dinamarquêsa que visam empenhar 192 nações no sentido de um acordo climático que substitua o marco do Protocolo de Quioto, que expira em 2012. "Estamos no processo de preparação da nossa proposta de Copenhague", disse Lula em seu programa semanal de rádio. "Eu prevejo que, em 2020, seremos capazes de reduzir o desmatamento em 80 por cento, em outras palavras, vai emitir cerca de 4,8 bilhões de toneladas a menos de gás carbônico", disse Lula durante o seu "Café com o Presidente" no seu programa. A Floresta tropical do Brasil, a maior na Terra, está encolhendo à uma taxa de cerca de 12.000 quilômetros quadrados por ano, por causa do desmatamento. Lula disse que vai exigir também em Copenhagem, que os países industrializados paguem sua parcela justa dos custos da redução dos gases com efeito de estufa. As propostas oferecidas pelos países desenvolvidos devem abranger não apenas os "iniciativas para reduzir suas emissões, mas todos os outros danos que já tem causado no planeta", disse o líder brasileiro. "Temos de traçar uma linha divisória entre os países ricos, que têm tido uma política industrial no local por mais de 150 anos, e os mais pobres, que só agora estão começando a se desenvolver", disse ele. "Com relação ao aquecimento global, a responsabilidade dos países ricos é muito maior do que a dos países emergentes", disse Lula.

A queda do Império Maia

"Eles fizeram isso para si mesmos" Ruínas Maias, na Guatemala. Fonte NASA Huntsville AL (SPX) em 14 de outubro de 2009
Por 1.200 anos, os maias dominaram a América Central. Em seu pico por volta de 900 dC, as cidades maias fervilhava com mais de 2.000 pessoas por quilômetro quadrado - comparável aos modernos Condados de Los Angeles. Mesmo nas áreas rurais da Maya, os numeros eram de 200 a 400 pessoas por quilômetro quadrado. Mas, de repente, tudo ficou quieto. E o silêncio profundo foi testemunho de uma das maiores catástrofes demográficas na pré-história humana - o desaparecimento da sociedade maia, que uma vez, foi vibrante. O que aconteceu?
A NASA financiou alguns pesquisadores, que acredita que eles tenham umas idéias muito boas: "Eles fizeram isso para si mesmos", diz o arqueólogo veterano Tom Sever. "Os maias são frequentemente descritos, como pessoas que viviam em completa harmonia com seu ambiente," diz o estudante de doutoramento Robert Griffin. "Mas, como muitas outras culturas antes e depois deles, eles acabaram desmatando e destruindo a paisagem nos esforços para sobreviver em tempos difíceis ". A grande seca ocorreu sobre no tempo em que os maias começaram a desaparecer. E no momento de seu colapso, os maias tinham cortado a maioria das árvores, em grandes áreas de terra, para limpar os campos para o cultivo de milho, para alimentar sua crescente população. Eles também cortavam árvores para fazer lenha e para fazer materiais de construção a cal. "Eles tiveram que queimar 20 árvores para aquecer o calcário para fazer apenas 1 metro quadrado do gesso e cal, que eles utilizados para construir os seus templos enormes, reservatórios e seus monumentos", explica Sever. Ele e sua equipe usaram simulações de computador para reconstituir a forma como o desmatamento pode ter desempenhado um papel no agravamento da seca. Eles isolaram os efeitos do desmatamento usando um par de modelos climáticos, comprovado em computador: o PSU/NCAR modelo de circulação atmosférica de mesoescala, conhecido como MM5 e do clima da comunidade modelo de sistema, ou CCSM. "Nós modelamos os piores e os melhores cenários: 100 por cento do desmatamento na área de Maya e sem o desmatamento", diz Sever. "Os resultados foram surpreendentes. Perda de todas as árvores causou um aumento de 3-5 graus na temperatura e uma diminuição de 20 à 30 por cento da precipitação." Os resultados estão dizendo, mas é necessária mais investigação para explicar completamente os mecanismos do declínio da civilização maia. Registros arqueológicos revelam que, enquanto algumas cidades-estado cairam durante os períodos de seca, algumas sobreviveram e até prosperaram. "Nós acreditamos que a seca foi realizada de maneira diferente em diferentes áreas", explica Griffin. "Propomos que os aumentos na temperatura e diminuição das chuvas, provocadas por desmatamento localizados, causado sérios problemas, o suficiente para afundar algumas, mas nem todas as cidades-Estado para as bordas." Os Maias desmatadas por meio do uso de corte-e-queima, a agricultura - um método ainda usado em seu antigo lugar cativo hoje, para os pesquisadores a entender como ele funcionava. "Sabemos que para cada 1 a 3 anos que você cultiva um pedaço de terra, você precisa deixá-lo a colocar em pousio por 15 anos para se recuperar. Nesse tempo, as árvores ea vegetação pode crescer lá quando você cortar e queimar uma outra área para plantar " Mas e se você não deixar a terra em repouso, há tempo suficiente para se reabastecer? E se você limpar campos cada vez mais para atender à demanda crescente de alimentos? "Acreditamos que foi o que aconteceu", diz Griffin. "Os Maias despojaram grandes áreas de sua paisagem nua, para mais agricultura". Não é só a seca, era mais difíceis de cultivar alimentos suficientes, ele também teriam tido mais dificuldade para armazenar água suficiente e sobreviver à estação da seca. "As cidades tentaram manter um nível de abastecimento de 18 meses de água em seus reservatórios", diz Sever. "Por exemplo, em Tikal havia um sistema de reservatórios que armazenava milhões de litros de água. Sem chuva suficiente, os reservatórios secaram". Sede e fome não fazer muito para manter um povo feliz. O resto, como diz o ditado, é história. "Em algumas das cidades-estado maias, valas comuns foram encontrados contendo grupos de esqueletos com incrustações de jade nos dentes - algo que eles reservado para as elites maias - talvez neste caso assassinaram a aristocracia", especula ele. Nenhum factor traz uma civilização de joelhos, mas o desmatamento que ajudou a trazer a seca poderia facilmente ter agravado outros problemas, como distúrbios civis, guerras, fome e doença. Muitas dessas idéias são um resultado da base espacial de imagens, nota Sever. "Ao interpretar os dados de satélite em infravermelho, temos localizadas a centenas de cidades antigas e abandonadas não previamente conhecidas. Os Maya utilizavam cal como bases para construir suas cidades grandes cheias de templos suntuosos, observatórios, e pirâmides. Durante centenas de anos, a cal se infiltraram no solo. Como resultado, a vegetação ao redor das ruínas tem aparência distinta no infravermelho para este fator. " "A tecnologia espacial está revolucionando a arqueologia", conclui ele. "Nós estamos usando-a para aprender sobre a situação vivida pelos antigos povos, a fim de evitar um destino semelhante."

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Novo Relatório 'Detalhes de Custos da redução das emissões com o efeito de estufa'

Por Juliet Eilperin , Washington Post Staff Writer , Terça-feira, outubro 6, 2009, 12:33

Com bastante avanços tecnológicos, o mundo poderia chegar a um nível extremamente baixo de emissões de gases, com efeito estufa a um custo de - entre um e três por cento do PIB mundial - por ano, de acordo com um relatório divulgado na terça-feira por um grupo de economistas. Esse preço está em linha, com as anteriores estimativas econômicas que visem à reunião de metas mais modestas do clima. Frank Ackerman, economista do Instituto de Meio Ambiente de Estocolmo e Tufts University são os principais autores do relatório, disse que o estudo analisou o que seria necessário para atender as recomendações dos cientistas do clima que se chamam de carbono para reduzir as concentrações atmosféricas, do seu nível actual para 350ppm partes por milhões. O actual nível de concentração de carbono são 387ppm (partes por milhão), em comparação aos níveis pré-industriais de 275ppm. A maioria dos cientistas disseram que o mundo não deve permitir que estas concentrações de crescerem para além de 450 partes por milhão, para evitar impactos climáticos perigosas, mas recentemente um grupo de pesquisadores e ativistas ambientais têm sugerido que as nações do mundo devem trazer as concentrações atmosféricas até 350ppm partes por milhão para evitar a grave subida do nível do mar , secas e outros grandes problemas ambientais. "Quando estamos olhando para algo que é de tal magnitude, que afeta o nosso modo de vida... A questão é: qual é o caminho de menor custo de alcançá-lo?" Ackerman disse.
Os autores do relatório, são do princípio de que uma duplicação das concentrações de carbono na atmosfera se traduzirá, em um aumento da temperatura média global, de 10,8 graus centígrados, o dobro do que alguns modelos climáticos tradicionais têm sugerido. Segundo sua análise, os responsáveis políticos podem reduzir as concentrações de carbono na atmosfera para 350 partes por milhão em data qualquer entre 2100 ou 2200.
No entanto, Robert J. Shapiro, presidente da Força Tarefa dos Estados Unidos, sobre Clima e Sonecon, um grupo de assessoria económica, disse que a meta de reduzir as concentrações de carbono, abaixo dos níveis atuais não é realista.
"A única perspectiva de chegar a 350, se é que viemos a desenvolver uma tecnologia que puxaria gases de efeito estufa da atmosfera - ou seja, as concentrações de puxar para fora da atmosfera", afirmou Shapiro. "Isso é provavelmente impossível sem uma tecnologia que só podemos apenas imaginar hoje".
Kristen Sheeran, que dirige um grupo chamado 'Os economistas para a Equidade e Meio Ambiente', reconheceu que o mundo precisaria de radicais inovações tecnológicas para atingir os objectivos ambiciosos do grupo. "É difícil ver como fazer isso sem tecnologias de carbono negativo", disse Sheeran, cuja rede é um projeto da Ecotrust, um grupo de restauração ambiental.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

BIO COMBUSTÍVEL DME (Di-Metil-Éter)

O Éter Di-Metilico está sendo testado na 'Volvo Unique Bio-DME Projecto Comparado' com um motor convencional, Bio-DME como combustível em motores diesel, oferece o mesmo alto índice de eficiência, mas também um menor nível de ruído. Em comparação com o diesel, Bio-DME gera 95 por cento menos das emissões de dióxido de carbono. Além disso, o processo de combustão produz emissões muito baixas de partículas e óxidos de nitrogênio. Tudo isto faz o Bio-DME um combustível ideal para motores diesel. por Escritores de Estocolmo, Suécia (SPX) em 02 de outubro de 2009

A Volvo Trucks está agora tomando o próximo passo concreto no sentido de redução do dióxido de carbono do transporte rodoviário neutro. No âmbito de um amplo projeto com base comum, testes de campo estão sendo conduzidos com 14 caminhões rodando com Bio-DME - um combustível que combina um cunho ambiental, isto é : reduzida emanações com elevada eficiência energética. Em agosto de 2007, o Grupo Volvo divulgou sete caminhões de demostração, para cada um executar testes com um tipo diferente de biocombustíveis, um dos quais foi o DME (Di-metil-éter). Esta iniciativa demonstra que a Volvo tem as soluções técnicas para o funcionamento do motor a diesel eficiente com praticamente todos os combustíveis renováveis existentes. Em um projeto conjunto com os agentes, incluindo a UE, a Agência Sueca de Energia, as empresas de combustíveis e do sector dos transportes, a Volvo Trucks está a investigar o potencial de investimento em grande escala do DME produzido a partir de biomassa, um combustível conhecido como Bio-DME. O único teste de campo, com 14 clientes a Volvo Trucks está participando do projeto, contribuindo com 14 caminhões Volvo FH, que será testado por clientes selecionados, em quatro locais, em diferentes partes da Suécia, entre 2010 e 2012. O primeiro teste de campo do caminhão-teste, está sendo mostrado na Pitea, onde a produção de Bio-DME terá lugar nas instalações da Chemrec's. O Grupo Volvo, de que a Volvo Trucks é uma parte, é um dos co-proprietários da Chemrec, através da sua subsidiária Volvo Transferência de Tecnologia. A partir de uma instalação ao lado da fábrica de celulose Smurfit Kappa Kraftliner, o projeto vai produzir quatro toneladas de Bio-DME por dia. A matéria-prima utilizada é o licor negro, um lixivia negra, rica em energia, altamente viscosa, que é um subproduto da indústria de celulose. Através da gaseificação da biomassa, no lixívia negra, o que emerge é um combustível particularmente não poluentes e energeticamente muito eficiente. A planta está sendo inaugurada pelo Rei da Suécia, que é conhecido por seu grande interesse em questões ambientais. "Do ponto de vista holístico, Bio-DME é uma das mais promissoras geração de biocombustíveis como by-product . Bio-DME fornece a alta eficiência energética e baixas emissões de gases de efeito estufa. Valorizamos essas duas propriedades, muito particularmente como analisamos diversos combustíveis alternativos, ", disse Lars Martensson, diretor de assuntos ambientais da Volvo Trucks. Comparado com um motor convencional, Bio-DME como combustível em motores diesel oferece o mesmo alto índice de eficiência, mas também um menor nível de ruído. Em comparação com o diesel, bio-DME gera 95% menos das emissões de dióxido de carbono. Além disso, o processo de combustão produz emissões muito baixas de elementos partículados e óxidos de nitrogênio (NOx). Tudo isto faz Bio-DME um combustível ideal para motores diesel. Em toda a cadeia dos testes de campo, começa estar em curso em 2010 e abrange toda a cadeia tecnológica a partir de biomassa para combustível em caminhões, em outras palavras, incluindo a distribuição e estações de enchimento. A empresa de Combustível Preem irá construir uma estações de serviço para os caminhões que podem ser usados em operações regulares regionais e locais. As outras empresas envolvidas no projeto são a Chemrec, Delphi, ETC, Haldor Topsoe e Total que estão contribuindo como parceiros. Inspeções e avaliações do combustível, a tecnologia do caminhão, a percepção do cliente e sistema de distribuição vai fornecer respostas quanto ao facto de Bio-DME poderá emergir como um dos combustíveis que podem reduzir a dependência parcialmente do óleo diesel.



O projecto vai continuar por um período específico e a sua avaliação, bem como as decisões de longo prazo das entidades vai determinar se a produção em larga escala industrial vai se tornar realidade. Os desafios para os novos combustíveis residem principalmente na tomada de uma visão de longo prazo, produzindo suficientemente grandes quantidades de biocombustíveis, e manuseio e logistica de distribuição através de um número suficientemente grande de estações de abastecimento. "O teste de campo vai nos fornecer uma valiosa nova visão sobre o potencial de bio-DME como combustível para veículos no futuro. O projeto ainda necessita de muitos testes, maior escala de produção de combustível e uma infra-estrutura alargada. E, talvez mais do que tudo, de orientações claras das autoridades, sobre como vêem o combustível ", disse o Presidente e CEO da Volvo Trucks , Staffan Jufors. FATOS: Este é a DME (Di-metil-éter): DME é um gás, mas ele é transformado na forma líquida à uma pressão de apenas 5 bars. É fácil de lidar, em um processo semelhante ao que é exigido para o gás de petróleo liquefeito (GPL). A aplicação mais comum hoje em dia é como propelente em aerossóis. O DME pode ser produzido a partir do gás natural e também de vários tipos de biomassa, caso em que é conhecido como Bio-DME. O futuro potencial: de uma perspectiva da Unidade Econômica , o Bio-DME tem o potencial para a substituição de cerca de 50% * de óleo diesel hoje no transporte rodoviário de pesados em 2030. O maior desafio reside na criação de uma infra-estrutura para distribuição do combustível.

* Fonte: EUCAR/CONCAWE/CCI 2005, Comissão Europeia, e Volvo Fatos Ambiental, Bio-Éter Di-Metilico 'DME': Emissões de dióxido de 95% menor do que o diesel, zero emissões de partículados, e Fuligem Geral, baixos níveis de emissão. Cinco vezes melhor utilização da área de terra para a produção de combustível que, por exemplo, que o biodiesel. Alta eficiência energética em comparação com outros biocombustíveis.

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